segunda-feira, 29 de junho de 2015

Pensar... Falar... Agir...

Sou impulsiva. Por vezes... muitas vezes... quase sempre, falo sem pensar e mais tarde arrependo-me. Por vezes de parvoíces que disse e não deveria ter dito, ou de ficar a pensar em coisas que deveria ter dito e não disse. Já me disseram que tenho de ter mais calma. Quando quero responder à letra, nem sempre tenho a resposta certa e quando a tenho já não faz sentido. Mas, lá está, como falo sem pensar, arrependo-me.

"Cala-te e aprende a ouvir!". Hoje li esta frase e para mim faz muito sentido. Realmente, se eu me calar e pensar, ouvindo o que me rodeia, talvez não seja tão exagerada nas coisas que digo. Será que quando penso demais, também é mau? 



quarta-feira, 24 de junho de 2015

Acabou a "tortura", começou a "loucura"

Estou off de muitas coisas e finalmente on nas férias. Até aqui tenho visto imagens de amigos/conhecidos a passearem pela praia e eu "trancada" em casa a estudar para os exames nacionais. Já vi a correção, já comparei com as minhas respostas, e pelas minhas contas: PASSEI!!! Estou feliz, mas não vou festejar antes de tempo, vou aguardar até saírem as únicas notas com que poderei festejar ou não. Assim, a partir de ontem, por volta da hora de almoço entrei em modo verão, o que significa que estou, oficialmente de férias.

O ano de 2015 tem sido difícil física e psicologicamente, e estou, sem sombra de dúvidas a precisar destas férias. E merecidas que são (se as minhas contas se confirmarem, mais ainda)!  Agora, o meu lema é aproveitar o verão - Carpe Diem. Praia, sol, amigos. Férias! Bem vindas! 

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Do bloco de notas #4


"Mania de jogar o cabelo pro lado. Mania de sorrir quando sente alguém olhando demais. Mania de coçar os olhos e olhar o visor do celular como se houvesse chegado alguma coisa e não viu. Mania de estudar escutando música e revirar os olhos sempre que escuta, ouve ou vê alguma bobagem. De sorrisos, de olhares, de vozes e cheiros. Mania de achar que nem tudo é aquilo que se vê. De imaginar situações com quem nunca viu e se arrepiar, sorrir, se desesperar por isso. Mania de fechar os olhos antes de dormir e te deseja boa noite em pensamento, dorme bem..." CFA 


sábado, 6 de junho de 2015

No coração e no olhar

Nem sei por onde começar. Se te hei-de perguntar se estás bem ou assumir que estás num lugar calmo, sem a pressa da vida, nem o stress do quotidiano. Já dói há três meses. Pergunto-me como. Não é possível. Lembro-me tão bem de uma das últimas vezes que estivemos juntas. Estavas tão feliz. Tu, os teus pais, o M... Ai o teu M! Arrepiei-me quando o vi. Ele é igual a ti. Segurei as lágrimas que não consegui conter ao ouvir a tua mãe. Fazes falta a tanta gente. Repito. Não era de todos os dias, mas de sempre e para sempre. Desde que nasci. De sangue. Por vezes dou comigo a pensar em ti. Nunca pensei que fosse sentir-me assim. Eu sei que é a lei da vida, mas nem sempre é justo. Os mais velhos primeiro, mas não na tua idade. Agora quem é que me vai dar aqueles sorrisos contagiantes quando me encontrava na rua e me vai dizer que estou gira (a tua simpatia sempre ao de cima), perguntar como estou? Tantas e tantas coisas. Não me consigo esquecer do que me disseram à porta da igreja: "Tens os olhos dela. O mesmo olhar." Partiste, mas estás em mim, no coração e no olhar. Ainda sinto culpa e um peso em mim por não me ter conseguido despedir. Desculpa, desculpa, desculpa. As vezes que eu precisar. Podíamos estar meses sem nos ver, mas as saudades não existiam e se existissem mais cedo ou mais tarde acabavam. Partiste. Amo-te. Tenho saudades tuas, prima.